Documentado

JAL 1628: cinquenta minutos sobre o Alasca com algo que a FAA não conseguiu confirmar

2024-12-29 · Objetos não identificados (OVNI) · 2 min de leitura

Na tarde de 17 de novembro de 1986, o voo cargueiro 1628 da Japan Air Lines — um Boeing 747 de carga transportando vinho francês de Paris para Tóquio — cruzava o leste do Alasca a caminho de uma escala de reabastecimento em Anchorage. No comando estava o capitão Kenju Terauchi, ex-piloto de caça com mais de 10.000 horas de voo, ao lado do copiloto Takanori Tamefuji e do engenheiro de voo Yoshio Tsukuba. Pouco depois das cinco da tarde, a cerca de 35.000 pés, Terauchi notou luzes abaixo e à esquerda que pareciam acompanhar o ritmo do avião.

O que ele descreveu em seguida foi muito além de luzes distantes. Dois aglomerados de painéis luminosos, disse ele, dispararam para cima e pararam bem diante da cabine, tão perto que relatou ter sentido calor no rosto. O copiloto comparou as luzes tremeluzentes a chamas ou enfeites de Natal. Então, quando as luzes menores se afastaram, Terauchi disse ter distinguido uma silhueta contra o céu que escurecia: uma forma escura gigantesca, como uma noz, que calculou — em suas próprias palavras — ter o tamanho de dois porta-aviões. Ele a chamou de nave-mãe. Essa descrição é só dele; seus dois colegas viram as luzes, mas nunca o contorno colossal.

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