Documentado

O navio fantasma que velejava sozinho: o que aconteceu a bordo do Mary Celeste?

2026-07-06 · Desaparecidos sem rasto · 2 min de leitura

Em 4 de dezembro de 1872, mais ou menos a meio caminho entre os Açores e a costa de Portugal, a tripulação do bergantim canadense Dei Gratia avistou um navio que se movia de forma estranha, guinando fora de rumo com as velas parcialmente içadas. Quando o imediato Oliver Deveau subiu a bordo, encontrou aquilo que os marinheiros temem mais do que qualquer tempestade: uma embarcação em ordem, sem ninguém ao leme — e sem ninguém em parte alguma.

Era o Mary Celeste, um bergantim americano que partira de Nova York em 7 de novembro rumo a Gênova, carregando cerca de 1.700 barris de álcool industrial. A bordo iam o capitão Benjamin Briggs — um comandante devoto, experiente e respeitado —, sua esposa Sarah, a filha Sophia, de dois anos, e uma tripulação escolhida a dedo de sete homens. Os dez haviam desaparecido.

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